Paola de Campos

Gerontóloga
ABG: 114/2009

Paola de Campos é Gerontóloga formada pela Universidade de São Paulo (USP), especialista em Neurocognição, Reabilitação Cognitiva e Neuropsicologia da Memória, com atuação dedicada à pessoa idosa desde 2010.

Com mais de 15 anos de experiência, construiu uma trajetória sólida e diversificada na área do envelhecimento, atuando em consultório clínico, coordenação de serviços, gestão de equipes multiprofissionais, programas em planos de saúde, centros de referência e instituições de longa permanência para idosos (ILPIs).

Desde 2010 trabalha de forma contínua com estimulação cognitiva, prevenção e reabilitação das demências, desenvolvendo protocolos terapêuticos personalizados, baseados em evidências científicas, com foco na autonomia, funcionalidade, bem-estar emocional e qualidade de vida.

Ao longo de sua carreira coordenou Centro de Referência da Pessoa Idosa, ILPIs, programas voltados ao cuidado do idoso em operadoras de planos de saúde, além de atuar intensamente na formação e capacitação de cuidadores de idosos, preparando profissionais para um cuidado técnico, ético, humanizado e seguro.

Reconhecida por sua forte atuação na área da cognição, Paola é referência no desenvolvimento de programas de treino cognitivo, prevenção de declínio, reabilitação neuropsicológica e promoção do envelhecimento ativo.

Atualmente é Coordenadora da clínica Sempre Viva – Saúde e Convívio, onde desenvolve programas integrados de cuidado, prevenção, reabilitação, socialização e promoção da saúde integral da pessoa idosa.

Além da atuação clínica e gestora, Paola também exerce trabalho voluntário como coordenadora da ABRAz – Indaiatuba (Associação Brasileira de Alzheimer), contribuindo com suporte técnico, orientação às famílias, capacitação de profissionais e desenvolvimento de ações educativas voltadas à conscientização, acolhimento e cuidado das pessoas com demência.

Sua atuação é pautada por excelência técnica, compromisso científico, escuta humanizada e profundo respeito à história de vida de cada idoso, acreditando que envelhecer com dignidade, autonomia, significado e qualidade é um direito fundamental.

“Cuidar do cérebro é um ato de coragem, consciência e amor-próprio.”